O Rio Negro é o maior afluente da
margem esquerda do rio Amazonas, o mais extenso rio de água
negra do mundo, e o segundo maior em volume de água — atrás
somente do Amazonas, o qual ajuda a formar. Tem sua origem
entre as bacias do rio Orinoco e Amazônica, e também
conecta-se com o Orinoco através do canal de Casiquiare. Na
Colômbia, onde tem a sua nascente, é chamado de rio Guainia.
Seus principais afluentes são o Rio Branco e o rio Vaupés
que disputa ser o começo do rio Orinoco junto com o rio
Guaviare, drena a região leste dos Andes na Colômbia. Após
passar por Manaus, une-se ao rio Solimões e a partir dessa
união este último passa a chamar-se rio Amazonas.
O rio Negro é navegável por 720 km acima de sua foz e pode
chegar a ter um mínimo de 1 m de água em tempo de seca, mas
há muitos bancos de areia e outras dificuldades menores. Na
estação das chuvas, transborda, inundando as regiões
ribeirinhas em distâncias que vão de 32 km até 640 km.
Todo ano, com o degelo nos Andes, e a estação das chuvas na
região Amazônica, o nível do rio sobe vários metros,
alcançando sua máxima entre os meses de junho e julho. O
pico coincide com o "verão amazônico", e portanto, o nível
do rio começa a baixar até meados de novembro, quando
novamente inicia o ciclo da cheia. Em Manaus, a máxima do
Rio Negro vem sendo registrado há mais de cem anos, e há um
quadro no Porto de Manaus com todos os registros históricos,
inclusive o da maior cheia de todos os tempos ocorrido em 1
de julho de 2009, alcançando a cota máxima de 29,77 m acima
do nível do mar. Todos os rios da Bacia Amazônica sofrem o
mesmo fenômeno de subidas e baixas em seus níveis,
comandados pelos dois maiores rios: Rio Negro e Rio Solimões
(que ao se encontrarem abaixo da cidade de Manaus, formam o
Rio Amazonas). |
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ENCONTRO DAS ÁGUAS
3 |
Saindo
do Hotel as 08:30 h. para o Porto flutuante de
Manaus seguiremos a margem esquerda do Rio Negro, observando
a orla da Cidade de Manaus, o igarapé de Educandos com suas
palafitas, o Mercado Municipal, a feira Manaus Moderna e
fábricas de gelo flutuantes. No Encontro das Águas os
visitantes poderão acompanhar a maravilhosa união das águas
rios Negro e Solimões onde juntos formam o rio Amazonas, e
se possível observar alguns Botos Tucuxi e Botos Cor de
Rosa.
Em seguida faremos um almoço típico num flutuante que serve
de base para nossas atividades.
Apos o almoço faremos passeio de canoa e pesca de piranha
como os nativos, ao anoitecer capturamos jacaré o
estudaremos e o devolvemos ao seu habitat. |
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O Encontro das Águas
é um fenômeno que acontece na confluência entre o rio
Negro, de água negra, e o rio Solimões, de
água barrenta, onde as águas dos dois rios correm lado a
lado sem se misturar por uma extensão de mais de 6 km. É
uma das principais atrações turísticas da cidade
de Manaus.
Esse fenômeno acontece em decorrência da diferença entre
a temperatura e densidade das águas e, ainda, à
velocidade de suas correntezas: o Rio Negro corre cerca
de 2 km/h a uma temperatura de 28°C, enquanto que o Rio
Solimões corre de 4 a 6 km/h a uma temperatura de 22°C.
No período do rio cheio que vai de janeiro a julho é a
melhor época para fazer um passeio para observar o
encontro das águas, uma vez que as saídas dentre os
igarapés são em canoas motorizadas. Pode-se entrar nos
furos e braços de rios e ter a possibilidade de ver
animais como: pássaros, macacos e preguiças.
O passeio sempre é realizado no Parque Ecológico do
Janauari, onde também pode-se observar e tirar fotos
das plantas aquáticas Vitórias-Régias. No final
do passeio é em um restaurante flutuante, com a comida
típica amazonense. Está em construção uma plataforma de
observação do encontro projetada por Oscar Niemeyer. |
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ENCONTRO DAS ÁGUAS
1 |
Saída do Hotel as 09:00 h. em Táxi
para o porto do CEASA onde em uma canoa motorizada, nos
dirigiremos ao Encontro das Águas por um período
suficiente para se observar,tirar fotos e sentir o
movimento das águas, que lutam entre si para não se
misturarem. Retorno se observa os peixes da região, numa
pequena feira de pescadores. Retorno estimado para as
11:30 horas.
Incluído: Transporte,guia
nativo. |
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Oferecemos tur
privativo
Guia nativo
refeições
transporte
Reservas |
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O Rio Solimões é um rio
brasileiro que banha o estado do Amazonas.
Começa no Peru e ao entrar no Brasil, no município de
Tabatinga, recebe o nome de Solimões. Tem como afluentes da
margem direita o Rio Javari, Jutaí, Juruá e Purus na margem
esquerda os rios Içá e Japurá e percorre as cidades
de São Paulo de Olivença, Amaturá, Santo Antônio do Içá,
Tonantins, Jutaí, Fonte Boa, Tefé, Coari, Codajás, Anamã,
Anori, Manacapuru, totalizando aproximadamente 1.700 km até
chegar a Manaus, onde ao encontrar o Rio Negro, recebe o
nome de Rio Amazonas. Ele é importante para o Norte
porque é fonte de alimento, transporte, comércio, pesquisas
científicas e lazer.
Origem do nome
O rio Solimões recebe esse nome devido aos povos que
habitavam as suas margens e foram descritos pelos primeiros
cronistas espanhóis e portugueses no século XVI. Em suas
margens, entre os atuais municípios de Coari e Anamã, havia
as tribos do Yurimáguas[1]. Esses mesmos povos receberam
diversas variações ao longo dos séculos e cada cronista os
nomeava de forma diferente como: Joriman, Sorimões e Sorimão.
As derivações de Sorimão, Sorimões e Solimões vem da palavra
Solimum do latim, em referência ao veneno utilizado nas
pontas de flechas e dardos daqueles povos. Por ser uma das
sociedades mais belicosas do rio Solimões, teve seu destaque
nas pontas de flechas envenenadas, dando origem ao nome do
rio. |
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ENCONTRO DAS ÁGUAS
2 |
Saindo do Hotel as 08:30 h. para o
Porto flutuante de Manaus seguiremos a margem esquerda
do Rio Negro, observando a orla da Cidade de Manaus, o
igarapé de Educandos com suas palafitas, o Mercado
Municipal, a feira Manaus Moderna e fábricas de gelo
flutuantes. No Encontro das Águas os visitantes poderão
acompanhar a maravilhosa união das águas rios Negro e
Solimões onde juntos formam o rio Amazonas, e se possível
observar alguns Botos Tucuxi e Botos Cor de Rosa. Em seguida
seguiremos para o Parque Ecológico do Janauary para conhecer
os igapós e igarapés em canoas motorizadas, observando a
rica flora e fauna típica da região, em especial a exótica
Vitória Régia. No verão, quando o nível das águas é baixo, o
passeio de canoa no Janauary é substituído pela visita à
região de várzea, para observar as comunidades caboclas.
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